02/08/2017

‘Da porteira para dentro é preciso trabalhar com a família’, diz empresário em Painel de Sucessão Familiar

A sucessão familiar possui um conceito amplo, mas que de certo modo, define-se, pela passagem de geração em geração, das pequenas, médias e grandes empresas, terras, fazendas e/ou organizações. Além disso, a sucessão familiar permite a constante evolução, uma vez que, novas gerações, dão continuidade há algum trabalho que já vem sendo desenvolvido.

Para falar sobre essa temática e suas nuances em meio a tanta evolução, o diretor e sócio proprietário da empresa Safras & Cifras, Cilotér Borges Iribarrem e o diretor e sócio proprietário da empresa Jacto, Jiro Nishimura, ministraram o “Painel Sucessão Familiar” com mediação do diretor da empresa Human Plan, Valdir Bündchen, nesta manhã de quarta-feira (02).

O painel iniciou com a temática “Desafios e Soluções para a Gestão e a Sucessão nas Propriedades Rurais”, o empresário Cilotér Iribarrem, começa sua explanação, afirmando que antes de tudo, é necessário ter conhecimento de quatro principais processos: processo sucessório; família empresária; soluções e resultados positivos. Dando sequência a apresentação, Cilotér, comenta que hoje, com o perfil das novas gerações é preciso saber trabalhar a sucessão familiar com os filhos, “pois ao contrário disso, teremos somente herdeiros e não mais sucessores”.-afirma.

Para dar sequência ao painel, o empresário Jiro Nishimura, compartilhou com os participantes do evento, o case da empresa Jacto, que está em sua quarta geração de sucessão familiar. O empresário comenta que por trás de todo sucessos, sempre existem momentos difíceis, como aconteceu com a sua família.

Minha família passou por muitas dificuldades e encontramos muitas barreiras, até conquistarmos o que temos hoje (...) Foi preciso muita persistência para se manter no mercado (...) Foi preciso paciência, como grande demonstração de amor” -comenta.

Finalizando sua explanação, Jiro ressalta que é importante as empresas familiares terem uma consultoria para não envolver questões pessoais, das profissionais, “mas nunca esquecendo que são pessoas.”

“A partir daí, em nossa empresa, começamos a propor novas formas de diversificar as reuniões, tornando-as mais dinâmicas, realizando-as em locais diferentes, assuntos interessantes e tantas outras atividades. Esse tipo de ação, proporcionou o amadurecimento, um maior envolvimento com as pessoas e resiliência para gerenciar conflitos e trabalhar em equipe (...) Toda a família empresarial, entendeu o objetivo das nossas alianças.” –comenta.