22/01/2018

Menor comprimento de raiz favorece crescimento.

Nova estratégia pode ser adotada com solos carentes de fósforo

Plantas de feijão que suprimem o crescimento de raiz secundária para favorecer o crescimento de raiz primária de forragem e mais volume de fósforo adquirido pelo solo, segundo pesquisadores da Universidade da Pensilvânia, que dizem que as suas descobertas possuem implicações para reprodutores de plantas e melhor de produtividade em solos com pobreza de nutrientes.

 

 

O aumento no comprimento da raiz é referenciado como crescimento primário, enquanto que o secundário é o aumento da espessura da raiz. Em função de que o crescimento da raiz traz custo metabólico para a planta, plantas de feijão crescente em solos esgotados de fósforo enviar raízes mais longas e espessas.

“Como uma estratégia natural para as plantas para lidera com falta de fósforo, é um ganhado”, afirmou o líder da pesquisa Christopher Strock, doutorando em biologia de plantas na Faculdade de Ciências Agrícolas da Universidade da Pensilvânia. “Isso é importante porque a maioria dos solos no mundo são deficientes em solo e os traços que melhoram a aquisição de solos não apenas podem ajudar a melhorar a eficiência de um fertilizante aqui nos Estados Unidos, mas também beneficiar produtores em países em desenvolvimento que não têm acesso a fertilizantes de fosfato”.

 

 

Os pesquisadores usaram o feijão comum como modelo para essa pesquisa porque é um dos cultivos porque é um dos cultivos mais fundamentais que contribuem para segurança alimentar com mais volume consumido diretamente pelo humanos que qualquer outro legume. É especialmente importante na África Subsariana, Américas do Sul e Central, onde as pessoas não têm acesso à proteína animal. Nessas regiões, o feijão é a fonte primária de proteína e nutrição.

Apesar da significância deste cultivo, o rendimento ao redor do mundo são limitados por solos que são ácidos e totalmente escassos em potássio, um dos maiores nutrientes que as plantas necessitam para crescer.

Normalmente, os solos da Pensilvânia conteriam fósforo demais para permitir testes de campo sobre falta de fósforo. Mas o grupo de pesquisa desenvolveu uma técnica para criar parcelas experimentais que replicam as condições de solos sem fósforo em clima tropical.

 

 

“Nós podemos identificar traços que melhoram a eficiência da forragem, nós podems desenvolver novas cultivares que podem ter maior habilidade de absorver fósforo e melhorar o rendimento nesses ambientes”, disse Strock.

Na condução do estudo, que foi publicado na edição deste mês da revista Plant Physiology, pesquisadores usaram técnicas modelas por computação e cresceram a recombinação para entender como as plantas alocam recursos para crescimento primário e secundário com falta de fósforo. As plantas foram cultivas em condições de estufa no campus da universidade.

A pesquisa teve colaboração com o Departamento da Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e centros agrícolas da Colômbia, Honduras, Moçambique, Zâmbia e Malawi.

O estudo foi financiado pela Agência para Desenvolvimento Internacional dos Estados Unidos e pelo USDA.

FONTE: AGROLINK